6 de fevereiro de 2026

Urgências clínicas e acidentes de trânsito lideram ocorrências atendidas pelo Samu Teresina

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No primeiro semestre de 2022 Samu de Teresina atendeu 16.905 ocorrências com envio de ambulâncias e motolâncias. Foto (Ascom/FMS)

Thálef Santos*
thalefsantos@tvclube.com

Dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) apontam que a maioria dos atendimentos realizados em Teresina são as de urgências clínicas, que correspondem a 22,19% do total de ocorrências: foram 6.201 casos de registrados pelo serviço de janeiro a junho deste ano. Os acidentes de trânsito ocupam a segunda posição, com 13,01% dos casos e 3.636 ocorrências.

Os dados são dos registros de todas as ocorrências com envio de ambulâncias e motolâncias na cidade. O Samu atendeu até junho deste ano quase 17 mil ligações, através do número emergencial 192.

Na terceira posição das ocorrências estão os casos de mal súbito com 1.371 atendimentos, equivalente a 4,91%; e na quarta posição estão os casos de queda e outros acidentes com 1.280 atendimentos, o que corresponde a 4,58% dos atendimentos.

O diretor do Samu, Eliel dos Santos, exemplifica as principais ocorrências de urgência clínica e outros tipos de atendimentos.

“Nas urgências clínicas estão acidente vascular cerebral (AVC), hipoglicemia, casos de convulsões. Os acidentes de trânsito também estão nas estatísticas e outras como urgências ginecológicas, psiquiátricas, mal súbito, queda, entre outros atendimentos”, cita.

ORIENTAÇÃO 

O diretor explica que uma pessoa ao se deparar com algum caso de urgência é necessário manter a calma, fornecer as informações sobre o estado de saúde da vítima e a localização precisa do local.

“Todos os chamados pelo fone (de urgência) 192 passam por uma triagem no qual o médico avalia sobre a necessidade de enviar ambulância e o tipo de ambulância conforme a gravidade do paciente, pode ser de suporte básico ou avançado”, explica.

Sobre as informações no momento de acionar o Samu, o diretor orienta que as pessoas cumpram os requisitos do funcionamento do órgão.

“É necessário informar a situação em que se encontra o paciente, dizer a localização exata e os pontos de referência que sejam bem conhecidos, como praças, igrejas e outros que sejam fáceis de serem localizados”, orienta.

*Sob supervisão da jornalista Carlienne Carpaso.


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