Número de exames em centro de testagem crescem 16%, afirma Sesapi

A ampliação da equipe de técnicos para a realização dos exames e capacitação para o atendimento dos usuários do SUS, são fatores diretamente ligados ao aumento dos exames realizados

centro de testagem
Número de exames em centro de testagem cresce 16%, afirma Sesapi/ Foto: Divulgação

O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Piauí realizou, de janeiro a abril de 2024, um total de 7.398 exames de HIV, sífilis, Hepatites B e C. A quantidade representa um aumento de 16,84% o número de testes realizados em relação ao mesmo período de 2023.

A coordenadora do CTA Estadual, Cristiana Rocha, fala que a ampliação da equipe de técnicos para a realização dos exames e capacitação para o atendimento dos usuários do SUS, tanto no CTA estadual como nos CTAs municipais, são fatores diretamente ligados ao aumento dos exames realizados.

“O principal motivo desse aumento de exames foi o estado trabalhar para facilitar o acesso desses testes para as populações mais vulneráveis. Facilitar esse acesso incentiva as pessoas a procurarem o diagnóstico e a continuarem com o acompanhamento para o tratamento quando os casos são positivos”, fala a coordenadora.

O aumento do quantitativo de exames realizados pelo CTA Estadual é uma das metas previstas para o ano de 2024, onde foi estabelecido um objetivo de aumentar em 5%, o quantitativo anual de exames.

Karinna Amorim, coordenadora de doenças transmissíveis da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), reforça que os números são um bom avanço para o enfrentamento das doenças e  para o acompanhamento da saúde da população e que  qualificar ainda mais a informação é essencial para que o estado continue traçando ações de saúde mais efetivas para a população.

“Aumentar o diagnóstico precoce de infecções sexualmente transmissíveis vem sendo uma das metas da Sesapi e esse aumento de exames do CTA é essencial para que isso se cumpra. Somente por meio do diagnóstico precoce podemos encaminhar essas pessoas para o tratamento oportuno e, dessa forma, quebrar a cadeia de transmissão da doença”, fala Karinna Amorim.

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