
Janeiro marca não apenas o início de um novo calendário, mas a largada para um ciclo intenso de contratações formais.
Os dados do Caged – o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho – mostram que os primeiros meses do ano concentram, historicamente, o maior volume de admissões no Brasil.
É um movimento previsível: isso porque, apesar de contratações temporárias, dezembro costuma ser um período de freio, com férias, recessos e processos paralisados. Mas, com a virada do ano, orçamentos das empresas são liberados, metas redefinidas e os planejamentos aprovados ganham vida.
Então, janeiro funciona como um termômetro do mercado de trabalho. Ele sinaliza não apenas oportunidades de recolocação, mas também tendências que vão moldar o ano inteiro. É o momento de entender para onde as empresas estão direcionando esforços e quais setores devem ganhar protagonismo em 2026.
Muita gente também aproveita esse início de ano para repensar sua trajetória e fazer a transição de carreira. O ambiente de contratações aquecido em janeiro abre espaço para profissionais que desejam migrar de área ou buscar novos desafios.
Esse movimento reforça a ideia de que o começo do ano não é apenas um momento de recolocação, mas também de reinvenção profissional.
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