Nada de gatos ou cachorros. O médico veterinário Alysson Morais cria sete galinhas e um galo em seu quintal. O apego a esses animais vem da infância, apesar de, naquela época, eles geralmente terminarem na panela.
Alysson contou à TV Clube que sempre gostou dos galináceos. Durante a sua infância, seus pais criavam galinhas para consumo próprio, o que entristecia o médico veterinário, que não queria que os animais fossem abatidos.
“Meus pais criavam para consumir, como as pessoas costumam fazer. Eu fiquei com um apego, porque ficava cuidando, admirando e com o tempo, foi criando um laço afetivo. Eu planejava que quando tivesse a condição, o meu próprio espaço, eu iria ter os meus próprios para cuidar como eu quero”, relatou.
Quando os animais iam ser abatidos, Alysson comentou que até saía de casa para não ver nem ouvir os animais sofrendo. Ele recorda como era a situação e o quanto isso o entristecia.
“Para tentar me ajudar, a minha mãe dizia para eu escolher [a galinha que ia ser abatida], o que era pior ainda. Quando ela ia fazer isso, eu saía de casa, para não escutar o grito, porque aquilo me atacava. Eu não comia e ainda hoje não como”, acrescentou.
Conhecido por criar galinhas, Alysson chegou a ganhar um pintinho fêmea, batizada como Gerluce, como presente de natal. A pequena chegou a ser ‘adotada’ pela Elba, que costumava ser uma galinha de granja.
“A Elba adotou ela como mãe, sendo que a Elba era um animal de produção, de uma granja, por isso ela é debicada, para evitar que os animais de produção se ataquem. Agora ela vive livre com a Gerluce, que ela adotou”, finalizou.
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