1 de fevereiro de 2026

Grávida é presa suspeita de aplicar golpe ao se oferecer para vender o carro da amiga

O prejuízo estimado é de R$ 37 mil e, segundo a Polícia Civil, ela ressarciu cerca de R$ 10 mil à vítima.

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Chave de carro (Foto: imagem ilustrativa)

Uma mulher grávida foi presa, suspeita do crime de estelionato, em Teresina (PI), envolvendo a intermediação da venda do carro de uma amiga. A investigada foi identificada pelas iniciais J.L. e tem 31 anos.

A suspeita foi presa na quinta-feira (29). O prejuízo estimado é de R$ 37 mil e, segundo a Polícia Civil, ela ressarciu cerca de R$ 10 mil à amiga.

A 8ª Delegacia Seccional explicou que a amiga da investigada entregou os documentos pessoais à intermediadora e assinou digitalmente um contrato de compra e venda encaminhado por meio de aplicativo de mensagens.

A amiga e seu companheiro aguardavam receber o pagamento pela venda. No entanto, a intermediadora alegou que o suposto comprador aguardava a aprovação de um financiamento para repassar o valor.

Diante da demora, o casal desistiu da intermediação e tentou vender o veículo diretamente a uma concessionária. Ao verificar o sistema, constatou que o veículo já estava financiado junto a uma instituição bancária.

“A princípio, ela era amiga da pessoa que ela enganou. Ela se dispôs a vender o automóvel, mandou os documentos e a vítima assinou achando que estaria vendendo o carro. Na verdade, o carro permaneceu na posse da vítima, só que ela se surpreendeu com a notícia que havia um financiamento realizado no veículo e que, inclusive, esse financiamento estava em débito. Então o nome dela estava, digamos assim, sujo”, comentou a delegada Amanda Bezerra.

O suposto comprador, por sua vez, afirmou que não adquiriu o carro e que também teria sido enganado. Ele relatou aos policiais que a intermediadora teria apresentado o veículo como se fosse dela e alegou possuir restrições cadastrais para pedir que ele realizasse o financiamento.

“Tendo em vista as negativas da autora nas tratativas, sempre se esquivando de quitar a dívida ou de resolver o negócio que ela havia feito, foi representada ao Judiciário a prisão preventiva dela”, completou a delegada.


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