
Nádia Geovana, moradora da comunidade Alto da Ressurreição, denunciou, nesta quinta-feira (9), descaso no atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro. Segundo ela, pacientes estão sendo barrados ainda no portão, sem acesso a consultas e até à retirada de medicamentos.
De acordo com a moradora, os usuários são impedidos de entrar na unidade e mandados embora antes mesmo do atendimento, inclusive sem acesso à farmácia para retirada de remédios.
Ainda segundo Nádia, a situação se arrasta desde dezembro do ano passado e tem gerado preocupação entre os moradores, que relatam dificuldades para conseguir atendimento em momentos de necessidade.
“Desde dezembro do ano passado a UBS vem funcionando de acordo com os ‘gostos’ e modo dos funcionários, sem pensar na comunidade. Isso é desumano e muito preocupante, principalmente porque muitas pessoas procuram a UBS em situação de necessidade, buscando cuidado, orientação ou remédios essenciais”, disse.
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou, por meio de nota, que irá apurar os fatos relatados e adotará as medidas necessárias para o realinhamento das condutas da gestão da unidade.
NOTA DE ESCLARECIMENTO (FMS)
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que tomou conhecimento da situação ocorrida na UBS do Alto da Ressurreição.
A direção da FMS irá apurar os fatos relatados e adotar as medidas necessárias para o realinhamento das condutas da gestão da unidade, com o objetivo de garantir a regularidade e a qualidade do atendimento prestado à população.
Reforçamos que o acesso aos serviços de saúde é um direito da comunidade e deve ser assegurado de forma contínua e humanizada.
A FMS informa ainda que, no turno da tarde, a unidade funcionará normalmente, com a retomada dos atendimentos.
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