A cadela policial K9 Catrina, integrante do Núcleo de Operações com Cães (NOC) da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), morreu. Ela tinha seis anos e foi a primeira cadela policial da Polícia Civil do Piauí. Catrina faleceu em decorrência de um quadro de erliquiose, agravado por uma infecção.
A Secretaria da Segurança Pública do Piauí informou que, durante sua trajetória, a K9 participou de atividades operacionais e contribuiu para ações de segurança pública e de combate à criminalidade no estado.
Nesta quarta (30), um cortejo passará por unidades das forças de segurança antes do corpo seguir para sepultamento em cemitério na zona Sul de Teresina (PI).
DESPEDIDA
O cortejo fúnebre tem saída prevista para as 11h, na sede do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (DENARC/PC-PI), localizada na Rua Alencar Vieira, nº 2125, bairro Parque Ideal, na zona Sudeste de Teresina.
Ele será até o Cemitério Bom Descanso Pet, no bairro Angelim, passando em frente aos canis da Polícia Militar do Piauí, do NOC/FEISP e da Guarda Municipal, onde serão prestadas as últimas homenagens à K9 Catrina.

HOMENAGEM
Em nota o Núcleo de Operações com Cães escreveu: “Nos despedimos com profunda tristeza da K9 Catrina, a primeira cadela policial da Polícia Civil do Piauí”.
O Núcleo de Operações destacou que ela foi “pioneira no trabalho com cães no combate à criminalidade, contribuiu para diversas apreensões de entorpecentes e seguia na ativa, já próxima da aposentadoria.
Sua partida deixa saudade e um legado de dedicação”.
O delegado Samuel Silveira, cooordenador do Denarc, escreveu que o dia amanhaceu triste. “É um dia de muita dor para todos nós com o falecimento da nossa K9 Catrina”.
“Mais que uma cadela de detecção, Catrina foi uma verdadeira guerreira, que dedicou sua vida ao serviço público e prestou relevantes serviços à sociedade piauiense no combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado”, disse o delegado.
Samuel destacou que a cadela participou de inúmeras missões DENARC/NOC e ajudou a deflagrar importantes operações. “Contribuiu para a elucidação de diversos casos, sempre com coragem, disciplina e am faro que fez a diferença na segurança pública do nosso estado. Tive o privilégio de compartilhar missões ao seu lado e sei o quanto Catrina marcou a vida de todos que fazem a Polícia Civil e a segurança pública de modo geral”, afirmou.
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