
Uma boa noite de sono não se resume ao número de horas dormidas. Hoje, falamos em um conjunto de fatores que incluem:
• duração adequada (geralmente entre 7 e 9 horas em adultos)
• boa eficiência do sono (≥85%)
• alinhamento com o ritmo biológico
• regularidade de horários
• ausência de distúrbios
• satisfação subjetiva
• funcionamento diurno preservado
Esse olhar multidimensional tem ajudado a corrigir a falsa ideia de que dormir bem significa dormir muito ou dormir sem acordar. O foco atual é qualidade, funcionalidade e adequação ao indivíduo.
Duração, regularidade, continuidade, alinhamento circadiano e funcionamento diurno são critérios modernos para definir um sono saudável. O ponto é que quatro desses cinco pilares passam por comportamento e percepção.
A psicologia do sono atua justamente nesse território: ajustar horários, reformular expectativas, reduzir condicionamento à vigília, tratar ansiedade, identificar padrões e ajudar o paciente a construir um senso de sono que faça sentido para a vida real.
Sem isso, a polissonografia melhora, mas o paciente não se sente bem. E quando não se sente bem, abandona o cuidado.
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