
A não aprovação do novo Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de 2026 poderá reaver a cobrança do instituída em 2025, que foi suspensa pelo prefeito Silvio Mendes (União Brasil). O texto perdeu, temporariamente, a validade após reclamações sobre o aumento excessivo do tributo.
O novo regramento para a cobrança do IPTU ainda não foi encaminhado à Câmara Municipal de Teresina (CMT). Para o presidente Enzo Samuel (PDT), se a nova proposta for barrada, as contas municipais poderão ser diretamente impactadas.
“Nós estamos falando de arrecadação tributária. Se o novo projeto não for votado e aprovado, vai prevalecer o antigo respeitando o princípio da anualidade. Esse novo projeto é para mitigar os efeitos dessa correção acumulada dos últimos 20 anos”, declarou Enzo.
O IPTU é calculado com base na Planta de Valores Genérica, que foi atualizada na gestão do ex-prefeito Dr. Pessoa (PRD). Segundo o líder do prefeito Silvio Mendes na Câmara, Bruno Vilarinho (PRD), o documento permanecerá inalterado.
“O impacto que pode ter se a proposta não for aprovada é continuar da forma como estava. A PVG tem que ser aplicada, é obrigatória. É um regramento das cidades e essa planta tinha que ser atualizada”, disse o líder.
As modificações serão enviadas à Câmara até a próxima semana. Caso aprovadas, a previsão é que o pagamento da primeira parcela deverá ficar somente para o mês de maio ou junho.
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