
A promotora de Justiça Marlúcia Evaristo, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Promoção da Cidadania e Inclusão Social, disse ao blog que há quatro anos a Strans (Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito) já sabia da situação caótica e de abandono dos veículos do Transporte Eficiente e não adotou as devidas providências.
“O que nós temos é um contrato fragilizado, um empurra-empurra entre a Strans e a empresa responsável, que oferece um serviço de péssima qualidade pra muitos que precisam”, criticou a promotora de Justiça.
Marlúcia Evaristo explicou que no início eram 15 carros transportando as pessoas com deficiência e atualmente há menos de cinco veículos disponíveis. A prefeitura de Teresina e a empresa do setor travam uma batalha judicial.
A prefeitura alega que a empresa Santa Cruz, responsável pelo serviço, não cumpre as normas estabelecidas no contrato. A empresa reclama que há atrasos e defasagem nos pagamentos.
Na semana passada, por meio de ordem judicial, a prefeitura recuperou parte da frota que estaria em poder da empresa.
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