
A equipe financeira da Prefeitura de Teresina estima arrecadar cerca de R$ 65 milhões com o reajuste do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de 2026. O cálculo conta com a margem de inadimplência dos contribuintes, que pode chegar a 30%.
O secretário de Finanças, Edgar Carneiro, em entrevista à imprensa, nesta terça-feira (9), disse que a Prefeitura tem buscado equalizar as receitas com as dívidas. A proposta do reajuste do IPTU, no entanto, ainda não foi votada pela Câmara de Teresina.
“A gente tem a expectativa do incremento do lançamento. Como todo tributo tem uma inadimplência, que é em torno de 30%, a gente espera, de reflexo financeiro efetivo e de incremento para o ano que vem, em relação ao IPTU, algo em torno de R$ 65 milhões”, declarou.
Apesar da possibilidade de aumento nas receitas e do abatimento da dívida municipal em cerca de R$ 500 milhões, Edgar Carneiro afirmou que ainda não há fôlego econômico no tesouro do município. Assim, o secretário reforçou a necessidade de manter o arrocho financeiro.
“O fôlego ainda não existe. A gente está conseguindo equalizar as despesas com as nossas receitas; tendo medidas muito importantes de implementação do IPTU, dessa lei aprovada em 2024. Esse fôlego está projetado para acontecer a partir de 2026”, disse.
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