
A baixa popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em ano eleitoral acendeu um sinal de alerta na base governista do Piauí. A estratégia será ampliar as entregas de obras tocadas pelo Governo Federal nos estados e fortalecer os estados em que o atual presidente possui maior força política.
Na pesquisa Quaest, divulgada pelo g1 nesta semana, a desaprovação de Lula chegou a 52% contra 43% que aprovam. Além disso, na simulação quanto ao segundo turno das eleições, Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente com 42% enquanto Lula tem 40%.
O deputado federal Merlong Solano (PT) declarou que seguimentos da sociedade estariam cansados no modelo de gestão implementados pelos petistas e complementou afirmando que a forma de dialogar precisa ser modificada.
“A narrativa conservadora tem conseguido ser prevalente em vários espaços da sociedade. É isso que está nos preocupando. Não acho que seja só a comunicação (o problema), porque nós temos técnicos muito qualificados trabalhando com isso. Parece que o modelo de ação nossa, há um seguimento da sociedade cansado com isso. Nós temos que refazer o nosso modo de operar e de dialogar com a sociedade”, pontuou.
Nas eleições de 2022, o presidente Lula conquistou 76,84% dos votos, sendo o melhor desempenho do país. Para tentar repetir o resultado, o deputado federal Francisco Costa (PT) disse que o presidente precisará mostrar as ações realizadas nos últimos quatro anos.
“O Nordeste tem essa gratidão por esses feitos, e aqui no Piauí a gente vai se dedicar muito a esse projeto que nós acreditamos. É momento de reconhecer o resultado feito e transformar isso em resultado eleitoral nas eleições”, pontuou Francisco.
Na busca pela reeleição, Lula delegou nomes de confiança para coordenar a campanha por regiões. No Nordeste brasileiro, o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, foi escolhido para a função.
“Eleição é que nem carregamento de melancia, vai se arrumando no meio da caminhada. A gente viveu muitas fases e saímos bem delas. Agora, é trabalhar para chegar até as convenções. A essência é o projeto, o que queremos para o Piauí e o Brasil”, afirmou Wellington Dias.
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