
Muitos pais passam por um processo semelhante ao luto, não pela criança em si, mas pela idealização que tinham sobre o desenvolvimento “esperado”. Isso pode gerar:
- Negação: “Ele vai falar no tempo dele”, “isso é fase”
- Comparações inadequadas: com outras crianças da família ou da escola
- Culpa: sentimento de que fizeram algo errado
- Medo: do diagnóstico, do preconceito e do futuro
- Resistência à intervenção: por acreditarem que não há necessidade
A negação, apesar de parecer um obstáculo, muitas vezes funciona como um mecanismo de defesa psíquico. É uma tentativa de proteger-se de uma realidade que ainda não estão preparados para enfrentar.
No entanto, o grande risco está no atraso da intervenção precoce, que é fundamental em qualquer quadro de neurodesenvolvimento. Quanto mais cedo a criança recebe estímulos adequados, maiores são as chances de evolução significativa.
Aceitar não significa desistir, pelo contrário.
Aceitar é o primeiro passo para agir com consciência, buscar apoio e potencializar o desenvolvimento da criança.
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