
Representantes do Hospital São Marcos participaram de uma reunião na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), na quinta-feira (18), para discutir o repasse feito pelo Ministério da Saúde pelo atendimento de pacientes provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado estadual, Henrique Pires (MDB), que participou do encontro, afirmou que o repasse mensal de R$ 3,5 milhões está suspenso desde o mês de janeiro após o cancelamento da pactuação feita por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina (PI).
“O pessoal do São Marcos me procurou informando de uma quebra de contrato unilateral, da Fundação Municipal de Saúde com a pactuação do SUS de um repasse que daria R$ 3,5 milhões por mês. Os recursos eram para terem sido pagos em janeiro, fevereiro, março e abril, unilateralmente, se cancelou essa pactuação”, destacou.
O hospital atua como referência no atendimento de alta complexidade em oncologia no Piauí, assistindo pacientes regulados da rede pública de saúde. Além do repasse do Ministério da Saúde, a unidade também recebe o aporte mensal avaliado em R$ 900 mil do Governo do Estado.
Segundo Henrique Pires, o Ministério da Saúde informou que a manutenção do repasse ao São Marcos dependerá de uma reorganização no planejamento da FMS quanto aos gastos.
“Então, a conta é simples: a União tem recursos para mandar. O que falta é a Fundação Municipal de Saúde mandar a documentação necessária para que a União mande. Não podemos ter o principal hospital que trata da questão oncológica nessa situação”, afirmou o deputado.
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