30 de setembro de 2026

Além do Setembro Amarelo: como plantar políticas públicas de prevenção ao suicídio no Piauí 

A campanha tem um motivo nobre, mas prevenir efetivamente casos de suicídio exige mais força do que uma campanha.

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O Ipê Amarelo, que floresce geralmente no mês de setembro, carrega a cor da campanha de prevenção do suicídio (Foto: Eduardo Amorim)

O mês de setembro é conhecido como o de prevenção ao suicídio e a cor amarela foi escolhida para representar essa movimentação simbólica com o objetivo de reduzir os números de casos de pessoas que tiram a própria vida. Nesse mês também temos a florada do Ipê Amarelo. As cores da planta se relacionam com a campanha e os pés ficam floridos em setembro, assim como a pauta é colocada em debate com maior frequência. 

Se você está passando por um momento difícil e pensando em tirar a própria vida, saiba que você não está sozinho. Falar sobre o que sente pode ser o primeiro passo para aliviar essa dor. Procure alguém de confiança, compartilhe seus sentimentos e, se precisar, busque ajuda profissional. O suicídio não é a única saída. Há sempre alternativas, caminhos e pessoas dispostas a ouvir e apoiar. Você merece cuidado, merece ser ouvido e merece viver. No final da matéria estão disponíveis os locais de atendimento em saúde mental no Piauí.

A campanha tem um motivo nobre, mas prevenir efetivamente casos de suicídio exige mais força do que uma campanha: é um assunto pouco discutido publicamente e que, por isso, precisa de cuidado ao ser abordado. Trata-se de um problema multifatorial, que envolve questões sociais, econômicas, raciais e de gênero, além da saúde mental. 

Para lá da iniciativa, é necessária a atuação de órgãos competentes e a integração entre os poderes responsáveis pelo bem-estar social. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Piauí foi, entre 2023 e 2024, o terceiro estado com as maiores taxas de suicídio a cada 100 mil habitantes.

Por outro critério de mensuração, o Atlas da Violência aponta um crescimento expressivo da taxa de suicídios no Piauí ao longo de duas décadas: de 2,4 casos por 100 mil habitantes no início da série, em 2000, para cerca de 11,8 casos por 100 mil em 2024. Os dois levantamentos refletem metodologias e recortes distintos, mas indicam o mesmo diagnóstico: o problema cresce no Piauí e exige resposta contínua, não só sazonal.

O Ministério Público do Piauí (MPPI) tem entre suas atribuições constitucionais a defesa dos direitos sociais e individuais indisponíveis, o que inclui a fiscalização das políticas públicas de saúde, sejam elas municipais ou estaduais. É nesse papel de zelar pelo cumprimento da lei e cobrar a efetivação de direitos que a instituição tem direcionado atenção à saúde mental no estado, entendendo que a prevenção ao suicídio não se resolve apenas com campanhas pontuais, mas com estrutura de atendimento permanente e dados que orientem a tomada de decisão. 

Uma dessas ferramentas é a Rede CAPS, plataforma do Ministério Público do Piauí que reúne, em um painel de dados interativo, o número de atendimentos em saúde mental realizados em todo o estado e a quantidade de centros de acolhimento distribuídos pelos municípios piauienses.

Dados em tempo real da ferramenta Rede CAPS (Foto: Reprodução)

Os dados apontam um total de 781.504 atendimentos entre janeiro de 2024 e março de 2026, centralizados em 68 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) distribuídos em 50 municípios do Piauí. Outros 12 centros estão em fase de implantação, o que deve ampliar a cobertura no estado.

A promotora Karla Maia, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Caods), afirma que o objetivo do projeto é fortalecer a integração dos diversos pontos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especialmente na articulação entre atenção primária (primeiro contato do paciente com a rede pública) e os CAPS (especializados no atendimento à saúde mental). 

“Surge com o objetivo de prevenir as crises de saúde mental e promover a reinserção social, seja no núcleo familiar, com o fortalecimento dos laços familiares, seja na própria sociedade, na educação, no lazer, na cultura, no trabalho e renda”, conta a promotora. 

Promotora Karla Maia no lançamento do Rede Cuidar (Foto: MPPI)

Esses números são também a base de um projeto maior do MP-PI: o Rede Cuidar. Batizado de “Fortalecendo a Atenção Psicossocial no Piauí”, o projeto é desenvolvido pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Caods). Enquanto a Rede CAPS mostra o retrato atual da rede de atendimento, o Rede Cuidar é o plano de ação para fortalecê-la: prevê a implantação e estruturação de novos serviços de saúde mental, a qualificação de profissionais, a integração entre órgãos e a promoção do cuidado em liberdade, buscando dar mais efetividade às políticas públicas da área.

“A plataforma transforma dados do sistema de informação ambulatorial do ministério da saúde em informações organizadas e acessíveis para os gestores, órgãos de controle, pesquisadores e para a própria sociedade”, comenta. 

A promotora destaca a importância de metrificar esses dados, pois é a partir deles que se tornam visíveis padrões, fragilidades e vazios assistenciais que orientam o repensar de políticas públicas. 

Entre as ações previstas no projeto estão campanhas de conscientização sobre saúde mental e prevenção ao uso de álcool e outras drogas, a elaboração de fluxos e protocolos estaduais e municipais para atendimentos de rotina e situações de crise, além da criação de um Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) para análise de casos complexos envolvendo pessoas com transtorno mental e/ou em situação de vulnerabilidade social decorrente do uso de álcool e outras drogas. 

Resultados até aqui

Desde que foi disponibilizada, em 14 de maio de 2026, a plataforma da Rede CAPS já registrou 1.250 visualizações e 325 visitantes únicos, número que indica uso efetivo por gestores, pesquisadores e pela própria sociedade, e não apenas uma ferramenta interna do Ministério Público. O impacto do projeto também aparece em casos concretos de atuação do Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI). 

Em junho, uma reunião em São Raimundo Nonato reuniu representantes do CAPS local, SAMU, atenção primária, assistência social, hospital regional e da Sesapi para discutir falhas na rede municipal de saúde mental. Do encontro saíram providências concretas, como a exigência de comunicação imediata entre hospital e CAPS após a alta de pacientes e a construção de um fluxo definitivo para situações de crise, com prazo de 30 dias. 

MPPI vistoria unidade de saúde para avaliar atendimento em saúde mental em São Raimundo Nonato (Foto: MPPI)

Dificuldades a serem superadas 

Apesar dos avanços, a promotora Karla Maia também destacou as dificuldades do projeto da Rede Cuidar, que foi lançado ainda em 2026 e é bem recente. O prontuário físico (feito no papel), por exemplo, é a realidade na maioria dos CAPS do estado do Piauí, dificultando o trabalho longitudinal (acompanhamento contínuo do paciente ao longo do tempo). 

Segundo a coordenadora, a implementação do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) nos CAPS contribuiria para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes nas políticas públicas voltadas à saúde mental no Piauí. Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) mostra que o novo PEC já está implantado em 15 unidades de CAPS, distribuídas em 11 municípios: Altos, Angical do Piauí, Buriti dos Lopes, Canto do Buriti, Oeiras, Parnaíba, Pedro II, Picos, Simplício Mendes, Uruçuí e Teresina. 

Infográfico feito com auxilio de Inteligência Artificial Generativa

“A implantação do PEC vai trazer a visibilidade do cuidado em saúde mental aos profissionais da equipe da saúde da família, por exemplo. O PEC também traz o símbolo do compartilhamento do cuidado, ou seja, o cuidado na saúde mental não é restrito ao CAPS, mas precisa ser longitudinal em todos os dispositivos que integram a rede de atenção psicossocial”, afirma. 

A implantação do prontuário eletrônico, portanto, seria uma forma de avançar nas políticas públicas em geral do estado. Karla afirma que um dos objetivos gerais do projeto é justamente essa execução, para que assim, com essa aproximação tecnológica seja possível a implantação de serviços mais eficazes. 

Além disso, essas mudanças visam capacitar melhor os profissionais que integram a atenção primária à saúde, que, com capacitação podem contribuir para identificar alterações na rotina dos usuários, o isolamento social, a dificuldade relacionada aos usos corretos da medicação, ausência em consultas, sinais de descompensação do quadro em saúde mental, situações de vulnerabilidade que demandam a atuação da equipe de referência. 

“A missão do MP-PI é trazer um profissional que é estratégico na atenção primária à saúde, para contribuir no tratamento da saúde mental. Profissional ou o agente comunitário da saúde, porque ele tem um vínculo permanente com o território e as famílias acompanhadas”, conclui. 

Karla também esclarece que a implantação do PEC não é só uma estratégia tecnológica, mas que fortalece o cuidado compartilhado entre os CAPS e a atenção primária à  saúde, cada qual trabalhando em suas funções específicas, mas com uma integração maior a partir de dados estratégicos. 

A tendência, de acordo com a promotora, é de implementar o PEC em todos os CAPS do Piauí e, a partir de então, ter um melhor controle de dados para elaboração e execução de ideias mais efetivas de que uma campanha anual.

Para além do Setembro Amarelo

O Vida que Segue nasceu em setembro de 2017, quando sete mulheres de Teresina que haviam perdido filhos para o suicídio decidiram transformar a própria dor em rede de apoio a outras famílias. O grupo, hoje presidido por Regina Reis, cresceu de um espaço de acolhimento no WhatsApp para uma associação formal, com atuação que já alcança famílias em 17 estados brasileiros e também em Portugal. 

Para Regina, o cenário de quase uma década de atuação do grupo mostra os limites da resposta pública ao problema. “Na nossa capital aconteceram algumas formações, oferta de cursos de suicidologia e, ainda assim, continuamos entre os estados com maior índice de suicídio do país”, avalia. 

Para ela, falta uma política de prevenção que comece na primeira infância e se estenda a adolescentes, jovens, adultos e idosos, e falta ainda mais atenção à posvenção, o cuidado com quem fica após a perda de um ente querido. “Não temos profissionais com a formação específica para atender as demandas desse público”, diz.

Regina também aponta uma contradição no símbolo que dá nome à campanha de setembro. “O Setembro Amarelo nasceu com a intenção de alertar, chamar a atenção para o cuidado com a saúde mental, mas a forma como muitas instituições e profissionais tratam o tema ficou muito complicada”, afirma.

Para quem perdeu um filho, um pai ou uma mãe para o suicídio, o mês pode reabrir feridas em vez de acolhê-las. “É um dos meses mais difíceis para o enlutado. É difícil passar o mês ouvindo que poderia ter evitado, que precisava observar os sinais. Coisas que nem sempre é possível observar ou fazer.”

Setembro passa, mas o problema não. Os Ipês floridos lembram, ano após ano, que existe um mês para falar sobre isso, ainda que a própria data reabra dores para quem já perdeu alguém. Falta o que o Ministério Público do Piauí tenta construir com o Rede Cuidar: uma política pública que, como toda semente, precisa de solo preparado, cuidado constante e fiscalização para florescer nos outros onze meses do ano.

Foto: Eduardo Amorim

Como buscar ajuda

Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma pessoa tira a própria vida a cada 43 segundos no mundo, o equivalente a cerca de 740 mil mortes por ano. No Brasil, a taxa média é de 6,34 mortes por suicídio a cada 100 mil habitantes, número que no Piauí sobe para 11,83, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Quem estiver passando por um momento assim pode contar com os seguintes canais: 

Para buscar ajuda, pessoas em sofrimento emocional ou com ideação suicida podem ligar gratuitamente para o Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo número 188. O serviço funciona 24 horas por dia e oferece escuta ativa, feita por voluntários preparados para acolher e apoiar quem enfrenta momentos de crise.

Além disso, são realizados atendimentos psicológicos e psiquiátricos gratuitos no ambulatório PROVIDA, localizado na Rua Álvaro Mendes, nº 1557, próximo à Praça da Liberdade, no Centro da capital. As consultas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, e das 14h às 18h.

A população conta ainda com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que fazem parte dos serviços disponibilizados pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Estado. Ao todo, 68 unidades estão espalhadas pelo Piauí ofertando atendimento multiprofissional.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) também disponibiliza o Minutos pela Vida, com atendimento voltado à escuta qualificada por profissionais da psicologia. As ligações telefônicas são gratuitas e podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, pelo 0800 280 2882.

Locais de atendimento em saúde mental no Piauí

Atenção básica e serviços especializados em Teresina

Unidades Básicas de Saúde (UBS)

  • Teresina conta com 91 UBS, que atendem casos leves de transtornos mentais. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para psicólogos e psiquiatras nos ambulatórios especializados.

Hospital do Mocambinho

  • Telefone: (86) 2222-0177
  • Endereço: Av. Freitas Neto, s/n, bairro Mocambinho
  • Horário: 24 horas
  • A unidade possui leitos de clínica psiquiátrica.

Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo (CISLA)

  • Telefones: (86) 3215-9131 / (86) 3215-4344 / (86) 3215-5144
  • Endereço: Rua Magalhães Filho, nº 152, Centro
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h
  • Referência para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

Hospital Parque Piauí

  • Telefone: (86) 3220-5939
  • Endereço: Rua Marechal Rondon, nº 6262, Parque Piauí
  • Horário: 24 horas.

UPA Satélite

  • Telefone: (86) 3231-5755
  • Endereço: Rua Saturno, s/n, bairro Satélite
  • Horário: 24 horas.

UPA Renascença

  • Telefone: (86) 3234-7074
  • Endereço: Av. Noé Mendes, s/n, bairro Renascença III
  • Horário: 24 horas.

Piauí Saúde Digital

  • Atendimento pelo aplicativo Piauí Saúde Digital. O clínico geral está disponível 24 horas, enquanto as consultas com especialistas dependem de agendamento.

SAMU

  • Telefone: 192
  • Horário: 24 horas
  • Atendimento em situações de urgência e emergência, incluindo crises, surtos psicóticos e tentativas de suicídio.

Minutos pela Vida

  • Telefone: 0800 280 2882
  • WhatsApp: (86) 9 9442-5010
  • Atendimento: segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h30 às 18h30.
  • Profissionais de psicologia oferecem escuta qualificada, orientação e encaminhamento para a rede de saúde, quando necessário.

CAPS em Teresina

CAPS II Sul

  • Telefone: (86) 3218-4865
  • Endereço: Av. Barão de Gurguéia, nº 2913, bairro Pio XII
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

CAPS AD – Álcool e outras Drogas

  • Telefone: (86) 3215-7762
  • Endereço: Rua Quintino Bocaiuva, nº 2978, Macaúba
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

CAPSi Municipal Dr. Alexandre Nogueira

  • Telefones: (86) 3223-9661 / (86) 99474-6426
  • E-mail: capsithe2017@hotmail.com
  • Endereço: Rua Coronel César, nº 1566, Morada do Sol
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
  • Atendimento de crianças e adolescentes.

CAPSi Estadual Dr. Martinelli Cavalca

  • Telefones: (86) 3225-8078 / (86) 98879-7113
  • Endereço: Rua Crizípio Aguiar, nº 3889, Buenos Aires
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
  • Atendimento de crianças e adolescentes com transtornos mentais.

CAPS II Centro-Norte

  • Telefones: (86) 3215-9132 / (86) 3213-2080 / (86) 3198-3754
  • E-mail: capsnorte@hotmail.com
  • Endereço: Rua Presidente Lincoln, nº 4727, bairro São Joaquim
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

CAPS II Leste

  • Telefone: (86) 3216-3967
  • E-mail: capsleste2@hotmail.com
  • Endereço: Rua Visconde de Parnaíba, nº 2435, Horto Florestal
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

CAPS II Sudeste

  • Telefones: (86) 3236-8747 / (86) 3198-3752
  • Endereço: Rua Poncion Caldas, nº 5602, Loteamento Parque do Sol, Renascença
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

CAPS III Sul

  • Telefones: (86) 3221-0092 / (86) 3198-3751
  • Endereço: Rua Costa Rica, nº 466, bairro Três Andares
  • Atendimento: 24 horas.

Hospitais em Teresina

Hospital da Primavera

  • Telefones: (86) 3221-0928 / (86) 3198-3702
  • Endereço: Av. Duque de Caxias, nº 2660, Primavera
  • Horário: 24 horas.

Hospital Areolino de Abreu

  • Telefones: (86) 3085-4334 / (86) 3222-2959
  • Endereço: Rua Joe Soares Ferry, nº 2420, Primavera
  • Horário: 24 horas.

Hospital do Dirceu II

  • Telefones: (86) 3236-1660 / (86) 3236-1312
  • Endereço: Quadra 250, Casa 50, Conjunto Dirceu Arcoverde II
  • Horário: 24 horas.

Hospital do Satélite

  • Telefones: (86) 3231-5843 / (86) 3235-2074
  • Endereço: Rua Rotary Club, nº 4265, bairro Satélite
  • Horário: 24 horas.

Hospital do Promorar

  • Telefones: (86) 3211-7324 / (86) 3220-3536
  • Endereço: Av. Deputado Ulisses Guimarães, nº 819, Promorar
  • Horário: 24 horas.

Ambulatório PROVida

  • Telefones: (86) 99577-1567 / (86) 3215-7709
  • E-mail: providateresina@gmail.com
  • Endereço: Rua Álvaro Mendes, nº 1557, Centro-Sul
  • Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

CAPS no interior do Piauí

CAPS I

Atendimento a adultos, crianças e adolescentes com transtorno mental grave e persistente.

  • Altos — (86) 3262-1137
  • Água Branca — (86) 3282-1449
  • Angical do Piauí — (86) 3298-1554
  • Avelino Lopes — telefone não informado
  • Amarante — (86) 3292-1999
  • Batalha — (86) 3347-1126
  • Barras — (86) 3242-2464
  • Bom Jesus — (89) 3562-2686
  • Buriti dos Lopes — (86) 3363-1194
  • Capitão de Campos — (86) 3227-1188
  • Campo Maior — (86) 3252-5527
  • Castelo do Piauí — (86) 3247-1425
  • Canto do Buriti — (89) 3531-2323
  • Cocal — (86) 3362-1610
  • Cocal de Telha — telefone não informado
  • Corrente — (86) 3573-2950
  • Cristino Castro — (89) 3567-1366
  • Elesbão Veloso — telefone não informado
  • Esperantina — telefone não informado
  • Fronteiras — (89) 3552-1200 / (89) 3552-1247
  • Guadalupe — (89) 3552-1080
  • Gilbués — telefone não informado
  • Inhuma — (86) 3477-1549
  • Jaicós — telefone não informado
  • José de Freitas — (86) 3264-1329
  • Luís Correia — (86) 3367-1526
  • Luzilândia — (86) 3393-1282
  • Miguel Alves — (86) 3244-1245
  • Oeiras — (89) 3462-3772
  • Paulistana — (89) 3487-1121
  • Pedro II — (86) 3217-1111 / (86) 3217-1472
  • Piracuruca — (86) 3343-1325
  • Pio IX — (89) 3453-1764
  • Regeneração — telefone não informado
  • Rio Grande do Piauí — (89) 3533-1390
  • São João do Piauí — (86) 3483-1825
  • São Pedro do Piauí — (89) 3280-1657
  • Simplício Mendes — (86) 3231-5502
  • São Miguel do Tapuio — (86) 3249-1630
  • União — (86) 3265-1340
  • Uruçuí — (89) 3544-1397
  • Valença do Piauí — (89) 3465-2260 / (89) 3465-1499
  • Pimenteiras — telefone não informado
  • Simões — telefone não informado

CAPS II

Atendimento a adultos, crianças e adolescentes com transtorno mental grave e persistente.

  • Floriano — (89) 3521-3490
  • São Raimundo Nonato — (89) 3582-1206
  • Piripiri — (86) 3276-4527
  • Parnaíba — (86) 3315-1153
  • Paulistana — telefone não informado
  • Picos — (89) 3422-9867

CAPS AD II

Atendimento a adultos, crianças e adolescentes que fazem uso de álcool e outras drogas.

  • Bom Jesus — telefone não informado
  • Oeiras — (89) 3462-3772
  • Paulistana — telefone não informado
  • Picos — (89) 3465-1453
  • Piripiri — (86) 3276-4670
  • Valença do Piauí — (89) 3465-1453

CAPSi

Atendimento a crianças e adolescentes com transtornos mentais graves e persistentes.

  • Paulistana — telefone não informado
CAPS AD III

Atenção integral a pessoas relacionadas ao consumo de crack e outras drogas, com funcionamento 24 horas, todos os dias da semana.

  • Floriano — (89) 3515-1012
  • Parnaíba — (86) 3222-2090

Confira a cartilha completa da Rede Cuidar, do MPPI:


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