No Dia Mundial do Cachorro-Quente, um dos lanches mais queridos dos brasileiros. Com a combinação de pão, salsicha ou variações e acompanhamentos, ele conquistou paladares em todos os cantos.
No fim da pandemia, a piauiense Emanuelle de Paula perdeu o emprego e investiu o dinheiro da rescisão em uma pequena venda de cachorro-quente na garagem de casa. Foi nesse espaço que conheceu sua namorada e futura sócia, Talita Oliveira.

Talita contou que decidiram inovar, pois Teresina já estava cheia de hambúrgueres artesanais. Como conheciam cardápios de outras regiões, quiseram criar algo diferente que se destacasse.
“Nós pensamos em fazer algo diferente, já que existia uma explosão de hambúrgueres artesanais em Teresina. Como eu e Manu moramos em vários lugares, começamos a criar. Ela contou que, em Belém, comia um pão com repolho refogado que era muito bom. Criamos o Biruta, que leva linguiça defumada, geleia, bacon e repolho refogado… Lá em Recife, eu comia um hot dog que vinha com muitas coisas”, revelou Talita.
O cardápio que conquistou os clientes surgiu em um momento difícil: após sofrer um acidente, Talita usou o tempo de recuperação para pesquisar referências e criar novas receitas.
“Sofremos um acidente, passei muito tempo na cama, e aí fui pesquisando mais referências e montando hot dogs de acordo com o que a gente gostava. Mas também pensamos em todos os gostos, como o Cachorrão, para quem não come salsicha, e o Caipira Arretado, para quem não come carne”, disse.
Ela comentou que o cardápio tem mais de 15 tipos de cachorro-quente, mas o que caiu no gosto do público foi o Larikão, servido em uma baguete de mais de 25 centímetros e mais 12 ingredientes. Os cachorros gigantes variam de R$ 22 a R$ 35, nos recheios de frango, pernil, carne moída, linguiça defumada, linguiça toscana e carne de sol, além da carne apimentada.

“Temos hoje, mais de 15 tipos de cachorro-quente. O que mais chamou atenção foi que procuramos fazer um hot dog numa baguete de 25 cm com hots tradicionais e os mais diferenciados”, comenta Talita
Alta de clientes
O estabelecimento localizado no bairro Itararé, zona Sudeste de Teresina, se tornou um sucesso, vendendo mais de 100 cachorros-quentes por dia, mas nem sempre foi assim. Segundo a sócia, as duas tinham que vender cachorro-quente em eventos.
“Mas, até aí passamos por muitas dificuldades fazíamos eventos e levávamos hot dog. Manu trabalhava em outro emprego para sustentar até a gente conseguir viver apenas com a venda de cachorro-quente”, comentou Talita.
O nome do estabelecimento surgiu do amor das duas por cachorros. Elas também usam o local para promover eventos em apoio à causa animal e já revelaram o nome do próximo cachorro-quente que promete conquistar o público.












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