1 de agosto de 2026

Novo Caged aponta Piauí como 1º do Nordeste e 4º do país em geração de empregos em 2026

Os dados são referentes ao mês de junho de 2026.

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Carteira de trabalho — Foto: Jorge Júnior/ Rede Amazônica

O Piauí se tornou o primeiro estado em geração de empregos com carteira assinada na região Nordeste do Brasil. Os dados são referentes ao mês de junho e foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou o crescimento do indicador superior à média da região.

O cálculo utilizado para aferir a variação relativa, que é a média dos estados e das regiões, é feito com a divisão do saldo absoluto – admissões menos desligamentos – pelo total de vínculos ativos ajustados do período passado. O Nordeste teve 0,43% de média, enquanto o Piauí atingiu 0,80%.

No comparativo com estados da mesma região, o Piauí superou estados como o Maranhão (0,77%) e Alagoas (0,63%), que também superaram a média do Nordeste. Tiveram o pior desempenho os estados do Rio Grande do Norte (0,05%) e Sergipe (0,17%).

No primeiro semestre deste ano, o Piauí também superou os percentuais da região Nordeste desde o mês de fevereiro:

 JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunho
Nordeste0,14%0,18%0,35%0,24%0,32%0,43%
Piauí0,04%0,43%1,03%0,25%0,59%0,80%

Conforme o levantamento, o estoque – acumulado de vínculos trabalhistas formais – chegou a 390.009 no Piauí, sendo que o total de novas admissões foi de 15.306 e desligamentos, 12.283.

Posição nacional

O acumulado de janeiro a junho de 2026 registrou 87.799 empregos formais no Piauí. Apesar disso, foram contabilizadas 76.099 demissões, resultando em um saldo de 11.700. O quantitativo fez o estado se destacar como o terceiro no ranking nacional.

Entre julho de 2025 e junho de 2026, o Piauí teve 169.050 empregos e 150.195 desligamentos. O saldo do período foi de 18.855. No acumulado nacional, o estado ficou em terceiro lugar, ficando atrás apenas do Amapá e Paraíba.

Atividade por setores

O setor de indústria gerou 1.043 empregos formais, se destacando como o maior quantitativo dentre os seguimentos. A área de serviços ficou em segundo lugar, com 879 empregos de carteira assinada.

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 392;

Indústria geral: 1.043;

Construção: 465;

Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 244;

Serviços: 879.


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