26 de agosto de 2026

Tenente da PM morre após passar mal durante teste físico para promoção de oficiais em Teresina

José Luzia da Silva, de 63 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória após concluir o Teste de Aptidão Física; militar estava apto para participar da avaliação, segundo a corporação

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Policial militar morre após realizar Teste de Aptidão Física (TAF) para promoção. (Foto: montagem / reprodução)

O 1º Tenente da Polícia Militar do Piauí José Luzia da Silva, de 63 anos, morreu após passar mal durante o processo de promoção de oficiais da corporação. De acordo com a PM, o militar apresentou um mal-estar súbito após a realização do Teste de Aptidão Física (TAF) e evoluiu para uma parada cardiorrespiratória.

Segundo nota divulgada pela instituição, o oficial já se encontrava em repouso quando começou a passar mal. Equipes de saúde que acompanhavam a atividade iniciaram imediatamente os procedimentos de emergência.

A Polícia Militar informou que uma ambulância do Hospital da Polícia Militar (HPM), equipada com suporte avançado de vida, médico e profissionais de saúde, estava no local para atendimento de eventuais intercorrências.

Após o início das manobras de ressuscitação cardiopulmonar e demais medidas de suporte avançado, o tenente foi encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde os procedimentos continuaram. Apesar dos esforços das equipes médicas, ele não resistiu.

A corporação destacou que o militar havia realizado regularmente a inspeção periódica de saúde exigida pela instituição, apresentando todos os exames necessários para participação no teste.

Conforme a PM, José Luzia encontrava-se apto do ponto de vista médico-pericial e não possuía qualquer restrição vigente que contraindicasse sua participação no Teste de Aptidão Física.

A instituição também ressaltou que as avaliações de saúde e de capacidade física fazem parte da rotina funcional dos policiais militares e são exigidas pela legislação como requisito para processos de promoção na carreira.

Em nota, a Polícia Militar esclareceu ainda que a ocorrência de um evento médico agudo após esforço físico, por si só, não permite concluir a causa da morte nem estabelecer relação direta com a realização do teste. Segundo a corporação, a definição das circunstâncias do óbito dependerá de avaliações clínicas, hospitalares e médico-legais.

A PM do Piauí lamentou o falecimento do oficial e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda.

A corporação informou ainda que está prestando assistência à família do militar por meio do Centro de Assistência Integral à Saúde (CAIS) e do Plano de Assistência Funerária (PLANAF).


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