Vozes do Autismo: o papel do fonoaudiólogo no TEA

Fonoaudióloga e mãe atípica conta sobre a dificuldade do diagnóstico

Fonoaudióloga Araci Teresa Castelo Branco (Foto: Pablo Rodrigues)

O terceiro episódio da série Vozes do Autismo, promovida pela Rádio Clube News FM, foi ao ar nessa segunda-feira (31) e trouxe o depoimento da fonoaudióloga Araci Teresa Castelo Branco. A profissional é mãe do Davi, que tem 18 anos e é autista.

Desde os primeiros anos de vida, o rapaz apresentou comportamentos atípicos para a idade, sobretudo quanto à linguagem, o que levantou suspeitas da mãe. Durante a entrevista, Araci comentou sobre as dificuldades que encontrou para obter o diagnóstico do filho em uma época em que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) tinha pouca visibilidade.

A conversa abordou ainda sobre o papel do fonoaudiólogo no acolhimento a essas pessoas.

“Quando ele fez um ano e dois meses, eu comecei a perceber comportamentos que eram bonitinhos, eram fofinhos, mas não eram compatíveis com a idade. Por exemplo, selecionar coisas por cor excessivamente, entrava em uma piscina de bolas e tirava todas as bolinhas amarelas. Quando ele aprendeu a caminhar, não pisava na linha da cerâmica. Se tivesse um piso com uma falha, ele parava, ficava gemendo, fazendo som. Então, para mim, aquilo não estava batendo. Você acaba tendo que convencer o pediatra”, citou.

CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

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