1 de outubro de 2026

Candidatos ao Senado apresentam propostas para combater violência contra a mulher no Piauí

Três candidatos encaminharam um vídeo à TV Clube para tratar sobre a temática no estado.

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Os candidatos ao Senado Federal apresentaram suas propostas para o combate à violência contra a mulher no Piauí. Três candidatos encaminharam um vídeo à TV Clube para tratar sobre a temática no estado.

Mais de 2,7 milhões de eleitoras e eleitores do Piauí estarão aptos a votar no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro. Ao todo, 2.709.740 pessoas poderão escolher os ocupantes dos cargos de presidente da República, governador do estado, senador, deputado federal e deputado estadual.

Antônio Barros

O candidato Antônio Barros (NOVO) disse que os agressores de mulheres precisam ser monitorados e punidos com uma legislação mais rigorosa. Além disso, também defendeu a realização de um trabalho preventivo.

“Para combater o feminicídio, é importante identificarmos os casos de risco, monitorar os agressores e punição exemplar. Além disso, saber que culturalmente um trabalho de prevenção é muito importante que seja feito. O homem não é dono da mulher, ele é companheiro e assim deve ser”, declarou.

Danniel Rocha

O candidato Danniel Rocha (PSTU) defendeu melhor facilidade de acesso das vítimas aos mecanismos de apoio, como abrigos e delegacias. Ele propôs a implementação de medidas que garantam moradia e emprego às mulheres.

“O que tem faltado é vontade política e verba suficiente. É preciso melhorar as condições e aumentar o acesso aos centros de referência, às casas de abrigo, às delegacias especializadas abertas 24h, equipes multidisciplinares, moradia e políticas que permitam às mulheres romperem com os agressores”, disse.

Ciro Nogueira

O candidato Ciro Nogueira (Progressistas) propôs ações voltadas à proteção e à autonomia financeira da mulher, enrijecendo a legislação e permitindo que a vítima consiga se livrar do ciclo de violência.

“A primeira parte é termos uma justiça firme, que prende o agressor e que ele fique preso. É também fundamental dar autonomia financeira para que ela possa escapar desse ambiente. Eu tenho projeto, por exemplo, que dá prioridade às mulheres vítimas de violência em programas como o Minha Casa Minha Vida”, pontuou.


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