O policial penal Gilvan Furtado Leite, de 53 anos, atropelado no início de junho em Teresina, não voltará a andar, segundo o boletim médico divulgado nesta terça-feira (30) para familiares. Ele permanece internado no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), em acompanhamento neurológico após sofrer múltiplos traumas.
O boletim aponta que o policial sofreu uma lesão encefálica grave, com comprometimento do lado esquerdo do cérebro, o que resultará em sequelas permanentes. Entre elas, está a impossibilidade de andar novamente. A equipe médica também informou que ele necessitará de cuidados contínuos.
De acordo com a equipe, o quadro clínico de Gilvan é estável do ponto de vista hemodinâmico, sem necessidade de uso de medicamentos para controle circulatório. O paciente respira espontaneamente, sem auxílio de ventilação mecânica, e está em processo de estímulo para retirada total do suporte respiratório.

ACIDENTE
O policial penal foi vítima de um acidente ocorrido no dia 6 de junho de 2026, no bairro Bela Vista, zona Sul da capital. Ele trafegava de motocicleta com a filha, de 20 anos, quando foi atingido por um carro. Ambos ficaram gravemente feridos. A jovem segue em recuperação, e chegou a ser internada em decorrência de ferimentos.
O motorista envolvido no caso, Julio Cesar Carvalho Neu, foi preso nesta quarta-feira (1º), após a Justiça decretar a prisão preventiva. As investigações apontam que ele dirigia na contramão e sob o efeito de álcool no momento da colisão.
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